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A tecnologia e o Einstein podem ajudá-lo a abandonar o vício. Quer saber como? Conheça o Programa de Telecessação do Tabagismo.

QUERO PARAR DE FUMAR

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EPISÓDIOS

UMA NOVA VIDA SEM CIGARRO

2016 - 11º Episódio - 3º mês tratamento


Após 3 meses de tratamento, Mauro parou de fumar. Confira o episódio final da websérie!


PERCEPÇÃO DA FAMÍLIA

2016 - 10º Episódio - 3º mês tratamento


Qual o papel da família e amigos durante o abandono do cigarro? Veja o que Danielle, esposa do Mauro, acha e o que tem feito para auxiliar no tratamento!


CONVERSA COM O ESPECIALISTA

2016 - 9º Episódio - 3º mês tratamento


Conversamos com o psicólogo do Einstein, Thiago Amaro Machado, que explica sobre as dificuldades do paciente na hora de parar de fumar.


A PRIMEIRA SEMANA

2016 - 8º Episódio - 2º mês tratamento


Mauro contou com o apoio de sua esposa na primeira semana longe do cigarro e está vencendo as dificuldades!


O GRANDE DESAFIO

2016 - 7º Episódio - 2º mês tratamento


Na 7ª semana de tratamento Mauro decidiu parar de vez. Veja o apoio da Equipe de Telecessação do Tabagismo do Einstein e como foi sua última semana com o cigarro.


CONSCIENTIZAÇÃO

2016 - 6º Episódio - 2º mês de tratamento


O cigarro, a água e a caminhada têm ajudado Mauro a cortar cigarros durante o dia. E a data para parar está próxima.


A HORA CERTA DE PARAR

2016 - 5º Episódio - 2º mês de tratamento


Acompanhe como foi a 5ª semana de tratamento e como está a evolução de Mauro.


MAIS UMA MAÇÃ. MENOS UM CIGARRO

2016 - 4º Episódio - 1º mês de tratamento


Mauro completou um mês de tratamento e já cortou pela metade o número de cigarro por dia. Saiba mais. Assista!


ADAPTAÇÃO SEM CIGARRO

2016 - 3º Episódio - 1º mês de tratamento


Veja como foi a evolução de Mauro na segunda e na terceira semana de tratamento. Será que ele está conseguindo adaptar seus hábitos sem a presença do cigarro?


AJUDA PARA PARAR

2016 - 2º Episódio - 1º mês de tratamento


Foram inúmeras tentativas - uma delas após um problema cardíaco grave. Mesmo assim, Mauro não conseguiu romper o vínculo com o cigarro. Agora ele terá ajuda do Einstein


META: PARAR DE FUMAR EM 3 MESES

2016 - 1º mês de tratamento - 2º Episódio


Foram inúmeras tentativas - uma delas após um problema cardíaco grave. Mesmo assim, Mauro não conseguiu romper o vínculo com o cigarro. Agora ele terá ajuda do Einstein


UMA NOVA VIDA SEM CIGARRO

- 3º mês tratamento
Após 3 meses de tratamento, Mauro parou de fumar. Confira o episódio final da websérie!

PERCEPÇÃO DA FAMÍLIA

- 3º mês tratamento
Qual o papel da família e amigos durante o abandono do cigarro? Veja o que Danielle, esposa do Mauro, acha e o que tem feito para auxiliar no tratamento!

CONVERSA COM O ESPECIALISTA

- 3º mês tratamento
Conversamos com o psicólogo do Einstein, Thiago Amaro Machado, que explica sobre as dificuldades do paciente na hora de parar de fumar.

A PRIMEIRA SEMANA

- 2º mês tratamento
Mauro contou com o apoio de sua esposa na primeira semana longe do cigarro e está vencendo as dificuldades!

O GRANDE DESAFIO

- 2º mês tratamento
Na 7ª semana de tratamento Mauro decidiu parar de vez. Veja o apoio da Equipe de Telecessação do Tabagismo do Einstein e como foi sua última semana com o cigarro.

CONSCIENTIZAÇÃO

- 2º mês de tratamento
O cigarro, a água e a caminhada têm ajudado Mauro a cortar cigarros durante o dia. E a data para parar está próxima.

A HORA CERTA DE PARAR

- 2º mês de tratamento
Acompanhe como foi a 5ª semana de tratamento e como está a evolução de Mauro.

MAIS UMA MAÇÃ. MENOS UM CIGARRO

- 1º mês de tratamento
Mauro completou um mês de tratamento e já cortou pela metade o número de cigarro por dia. Saiba mais. Assista!

ADAPTAÇÃO SEM CIGARRO

- 1º mês de tratamento
Veja como foi a evolução de Mauro na segunda e na terceira semana de tratamento. Será que ele está conseguindo adaptar seus hábitos sem a presença do cigarro?

AJUDA PARA PARAR

- 1º mês de tratamento
Foram inúmeras tentativas - uma delas após um problema cardíaco grave. Mesmo assim, Mauro não conseguiu romper o vínculo com o cigarro. Agora ele terá ajuda do Einstein

META: PARAR DE FUMAR EM 3 MESES


Foram inúmeras tentativas - uma delas após um problema cardíaco grave. Mesmo assim, Mauro não conseguiu romper o vínculo com o cigarro. Agora ele terá ajuda do Einstein

EPISÓDIOS

CONTEÚDOS QUE VÃO AJUDÁ-LO CONTRA O TABAGISMO

Preparamos uma série de textos e infográficos sobre o fumo e seus efeitos nocivos à saúde, além de informações de exames, pesquisas etc relacionados ao tema. Acesse.

Tabagismo: Abandonar o vício não é fácil, mas é possível

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Tabagismo: Abandonar o vício não é fácil, mas é possível

Tabela Grafica

Cigarro

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Cigarro

Série especial mostra os efeitos negativos das drogas no organismo.

Ambiente livre de tabaco

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Ambiente livre de tabaco

Fumar faz mal à saúde não apenas da pessoa que realiza o ato, mas também das que estão próximas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável.

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E, pior ainda, ocupam o terceiro lugar nessa lista os fumantes passivos. Com dados tão alarmantes, sobretudo em relação àqueles que não fumam, o Estado de São Paulo sancionou a Lei nº 13.541, em vigor desde 7 de agosto de 2009.

A chamada Lei Antifumo vale para todos os locais fechados de uso coletivo, como bares, restaurantes, casas noturnas e outros estabelecimentos comerciais – ou seja, propõe ambientes 100% livres do tabaco.

“Existe uma preocupação não só do ponto de vista individual como também público, o que faz com que órgãos governamentais venham priorizando a cessação do tabagismo entre seus focos no âmbito da saúde”, diz o dr. Hamer Nastasy Palhares Alves, psiquiatra do Núcleo de Atenção em Tabagismo Einstein (NATE), do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), os ambientes 100% livres do tabaco são a única forma comprovada de proteger adequadamente o fumante passivo contra todos os efeitos decorrentes da fumaça inalada.

Essa medida acompanha uma tendência internacional de restrição ao fumo, adotada em cidades do mundo todo, inicialmente em 2003, na Irlanda, e hoje já em Nova York, Londres, Paris, Buenos Aires, entre outras.

A Lei Antifumo restringe, mas não proíbe o ato de fumar. Cigarro, cigarrilha, charuto e cachimbo continuam autorizados dentro das residências, das vias públicas e em áreas ao ar livre. Ou seja, o alvo de fiscalização não são os fumantes, e sim os estabelecimentos. Mas é importante ter consciência e colaborar para a saúde do próximo.

Os benefícios da lei

O fumo pode causar danos a praticamente todos os órgãos e tecidos.

“Entre os problemas mais comuns estão as doenças cardiovasculares e pulmonares, o câncer, a piora do desempenho físico, a disfunção sexual e o aumento do risco desses mesmos problemas entre os fumantes passivos”, alerta o dr. Hamer.

A existência dos ambientes livres de tabaco, portanto, é importante também para diminuir o estímulo ao início do hábito e ajudar os dependentes a buscar tratamento contra o vício. “É fundamental que exista esse compromisso de ações educativas sobre o tema e incentivo ao tratamento, dentro das instituições de saúde”, diz Fernanda Rocha de Freitas Vidal, psicóloga do NATE.

Para a dra. Ana Luiza Simões Camargo, psiquiatra do hospital e coordenadora do NATE, os maiores beneficiados pela lei serão os fumantes, que poderão ter acesso a um maior conhecimento sobre as consequências a que estão sujeitos.

“A grande maioria deseja parar de fumar, mas está presa à dependência que a nicotina causa, precisando de ajuda para vencê-la”, afirma.

Antifumo no Einstein

Dentro do Einstein a preocupação com a saúde dos pacientes fumantes e de pessoas próximas é antiga.

Em janeiro de 2008, o Hospital inaugurou o Núcleo de Atenção em Tabagismo Einstein (NATE), que vem realizando campanhas e ações de educação em saúde e prevenção relacionadas ao tema, além de incentivo ao tratamento, com a adoção de um programa de atenção ao tabagista tanto no nível ambulatorial como na internação. “O ‘Manual do Paciente’, por exemplo, entregue na hora da internação, traz informações importantes sobre tratamento e estratégias para deixar o tabagismo”, esclarece a dra. Ana Luiza.

Há um ano é desenvolvido também o trabalho “Einstein – ambiente livre de tabaco”, que envolve ações relativas a todas as instâncias da instituição, funcionários, médicos e pacientes.

O dr. Alfredo Maluf Neto, psiquiatra do Einstein, lembra que não há quartos para fumantes no hospital. O fumo pode atrapalhar a recuperação e a cicatrização depois de uma cirurgia, além de constranger, muitas vezes, os demais internados. “Existem métodos para tratamento dos pacientes que optarem por abandonar o vício a partir da internação ou reposição de nicotina temporária para os que não conseguirem”, diz.

Os pacientes que já estiverem aptos a caminhar pelo hospital, bem como os familiares, poderão, se desejarem, fumar nas áreas externas do Einstein. Mas a proposta em médio prazo é ter em todo o Hospital um ambiente 100% livre do tabaco.

Agosto / 2009

Fumantes passivos

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Fumantes passivos

O tabagismo é hoje a principal causa de morte evitável, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda assim, cerca de um terço da população mundial adulta é fumante, ou seja, 1, 2 bilhão de pessoas. E seu vício afeta também as pessoas ao redor.

esps-fumantes-passivosO ar poluído pela fumaça do cigarro tem três vezes mais nicotina, monóxido de carbono e até 50 vezes mais substâncias cancerígenas do que a fumaça tragada pelo fumante ativo. Por conta desse veneno, os fumantes passivos ocupam o terceiro lugar na lista de mortes evitáveis da OMS, atrás do consumo excessivo de álcool.

As crianças são as maiores vítimas - porque sofrem com os efeitos do cigarro antes mesmo de nascer. "De todos os fumantes passivos, 700 milhões são crianças. Isso corresponde à metade das crianças do mundo", afirma Dr. Joaquim Rodrigues, pneumologista pediátrico e coordenador do Centro de Doenças Respiratórias da Pediatria do Einstein.

Maiores vítimas: as crianças

Fumar perto de crianças é prejudicial tanto para a saúde física delas quanto para a psicológica. Inconscientemente, os pais estão informando o filho que fumar é normal e adequado.

A chamada 'pandemia tabágica' é considerada uma doença pediátrica, já que o cigarro se torna um hábito ainda na adolescência. A principal faixa de risco está entre 15 e 18 anos, mas há casos de crianças de 10 ou 12 anos que já fumam.

Como crianças e adolescentes não têm os centros nervosos totalmente desenvolvidos: a defesa contra os componentes do cigarro é menor, o que os torna dependentes mais depressa.

Doenças respiratórias

O fumo passivo é a maior causa das doenças respiratórias nas crianças. Os bebês de mães fumantes nascem abaixo do peso normal, têm os brônquios menores e as vias aéreas estreitas, o que os torna predispostos a serem bebês chiadores, ou seja, com constante chiado no peito, respiração rápida e forçada.

Esses bebês também têm mais chances de desenvolver problemas respiratórios crônicos, como bronquiolite (infecção dos bronquíolos em crianças de até 1 ano), bronquite e asma. E mais: também têm risco cinco vezes maior de morrerem subitamente sem causa aparente, a chamada Síndrome da Morte Súbita Infantil.

Outras doenças respiratórias estão entre as mais frequentes a atingirem os fumantes passivos, em especial as crianças. São elas: bronquite catarral, pneumonia, broncopneumonia, intensificação de acessos de asma, amidalite, infecções do ouvido médio (otite) e sinusite.

O câncer de pulmão é a mais perigosa doença respiratória que acomete fumantes ativos e passivos. Estudos comprovam que os últimos têm 50% mais chances de desenvolver a doença que os não fumantes. É importante lembrar que os efeitos do cigarro não afetam apenas o pulmão, mas todo o aparelho respiratório. Por isso, há risco de a pessoa desenvolver câncer em outros órgãos também.

Atualizada em novembro/2009

Quer parar de fumar?

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Quer parar de fumar?

Parar de fumar é uma decisão individual, e muitas vezes o fumante não sabe por onde começar. Gomas de mascar, sprays e até adesivos são métodos que prometem ajudar a abandonar o vício do cigarro. E são fáceis de localizar nas prateleiras das farmácias. Um estudo publicado em janeiro de 2012 pela “Center For Global Tobacco – Harvard School of Public Health” levantou algumas questões a respeito da eficácia dos tratamentos a base de reposição de nicotina. O estudo apontou que o uso de TRN (Terapia de Reposição de Nicotina) não reduz as taxas de recaída que podem ocorrer durante o tratamento. Mas vamos entender melhor como esses métodos funcionam no organismo de quem fuma.

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A nicotina é a substância responsável pela dependência que o cigarro causa. Ao parar de fumar, a falta de nicotina no cérebro do fumante desencadeia uma série de sintomas de abstinência, o que frequentemente pode levar a uma recaída. As gomas de mascar, os sprays e os adesivos são modos diferentes de administração de nicotina para o tratamento do tabagismo. O objetivo de usá-los é realizar uma reposição de nicotina no organismo, controlando, assim, os sintomas de abstinência, porém com redução gradual do seu uso, até a suspensão total da nicotina.

Existem estudos clínicos controlados que demonstram que esta forma de tratamento aumenta a chance de sucesso dos pacientes que desejam cessar o tabagismo. E, mesmo com este estudo indicando que as terapias de reposição de nicotina (TRN) não reduzem as taxas de recaída, e havendo outras evidências científicas que apontam o contrário, é preciso ter cautela ao generalizar tais resultados para a prática clínica. Vale ressaltar que a "Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia" indica cautela na interpretação do estudo mencionado, sustentando, até o momento, a indicação de TRN no tratamento do tabagismo.

Um dos dados do estudo é que com frequência o tratamento é realizado por um tempo inferior ao recomendado. Os médicos alertam: a indicação de TRN ou de outro tratamento medicamentoso deve ser realizada de forma criteriosa. “Isto significa que o paciente deve ser sempre avaliado e acompanhado por um profissional capacitado a ajudá-lo neste processo”, diz a Dra. Alessandra Maria Julião, psiquiatra do Núcleo de Medicina Psicossomática e Psiquiatria do Einstein - NMPP, que engloba o Núcleo de Atenção ao Tabagismo Einstein - NATE. “Existem outras formas de tratamento medicamentoso do tabagismo, e é a avaliação médica que determinará qual o melhor método para cada paciente”, completa a especialista.

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Tratamento

O tratamento com reposição de nicotina deve ser realizado com cuidado. Um ponto importante é a dose a ser indicada para cada paciente. Se a dose usada for em excesso, poderá causar sintomas de intoxicação por nicotina, se for uma dose baixa, não será o suficiente para controlar os sintomas de abstinência. Neste último caso, o paciente continuará apresentando forte desejo de fumar, entre outros sintomas, e poderá recair mais facilmente.

A terapia de reposição pode ser combinada a outras estratégias de tratamento, tanto farmacológicas como também não-farmacológicas, como o aconselhamento e o apoio psicológico durante o processo de cessação do tabagismo. A orientação dietética e a prática de atividades físicas também são medidas que ajudam a melhorar a qualidade de vida e auxiliam no controle do peso, já que nesta fase há um aumento da probabilidade de ganho de peso.

Os tratamentos medicamentosos indicados são, além da terapia de reposição, o uso de bupropiona, um antidepressivo aprovado no tratamento do tabagismo que reduz o desejo de fumar, e a vareniclina, medicação que atua bloqueando os receptores de nicotina, e consequentemente, promovendo o controle da síndrome de abstinência e a redução do desejo de fumar.

“O Núcleo de Atenção em Tabagismo do Einstein realiza um trabalho que tem sido recompensador, com vários casos de sucesso”, conta a Dra. Alessandra. O Núcleo realiza acompanhamento médico e psicológico para o tratamento da dependência do cigarro, tanto para pacientes internados, como para pacientes ambulatoriais. Também há uma ampla gama de ações na instituição, como a implantação do ambiente livre de tabaco, o treinamento de toda a equipe de enfermagem para realizar a identificação e o aconselhamento aos pacientes fumantes, com atuação específica da psicologia do NATE na motivação para cessação de tabagismo em populações de alto risco, como, por exemplo, os pacientes internados por Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), entre outros.

Publicado em fevereiro/2012

Exame de sangue aliado contra o cigarro

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Exame de sangue aliado contra o cigarro

Pesquisa aponta que exame de sangue pode ajudar na definição do melhor tratamento contra o tabagismo.

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Os interessados em parar de fumar podem ganhar um novo aliado. Um estudo publicado recentemente no periódico científico The Lancet Respiratory Medicine tentou relacionar a escolha do melhor tratamento para cessação do tabagismo com a velocidade com que a nicotina é metabolizada no organismo a partir de um exame de sangue ainda não disponível na prática diária. Cerca de 1.300 pessoas interessadas em abandonar o cigarro participaram da pesquisa. Os participantes foram divididos em dois grupos e a taxa de metabolização da nicotina foi avaliada através de um exame de sangue. Um dos grupos recebeu um medicamento placebo e adesivos de nicotina, enquanto participantes do outro grupo foram tratados com o medicamento varenicilina (Champix, é o nome comercial) e um adesivo placebo. O tratamento durou doze semanas. Todos os participantes foram acompanhados por psicólogos e monitorados por um ano após o término do estudo.

CONCLUSÕES

Cerca de 60% dos indivíduos apresentaram metabolização normal da nicotina. De acordo com os pesquisadores, esta população fumava mais e apresentava maior dificuldade para largar o vício. Assim, o uso da varenicilina foi duas vezes mais eficaz do que o adesivo. Por outro lado, os pacientes que apresentaram uma de metabolização de nicotina mais lenta se beneficiaram com o uso do adesivo de nicotina. “Na prática clínica diária não empregamos biomarcadores para avaliar os resultados da cessação de tabagismo, o que faz com que o estudo citado tenha certa relevância”, afirma o pneumologista do Einstein, Dr. Marco Aurélio Scarpinella Bueno. Ele explica que há vários estudos empregando biomarcadores do metabolismo da nicotina, mas ainda restritos a pesquisa clínica ou para estudar o impacto dos males do cigarro sobre o fumante passivo.

DEFINIÇÃO DO TRATAMENTO

De acordo com o pneumologista do Einstein, o “melhor tratamento para parar de fumar engloba a associação de métodos não farmacológicos (a terapia cognitivo-comportamental é uma das mais conhecidas) com métodos farmacológicos (a terapia de reposição de nicotina, a vareniclina e a bupropiona são as drogas mais conhecidas e utilizadas).” Porém, é importante ressaltar que as opções devem ser discutidas individualmente com cada paciente, respeitando as particularidades de cada indivíduo, ressalta o Dr. Bueno.